Conheça o principal inimigo de sua transmissão automática: O Superaquecimento

Conheça o principal inimigo de sua transmissão automática: O Superaquecimento

Há uma coisa que todas as transmissões automáticas compartilham, que é o seu principal inimigo: o superaquecimento. Nada danifica mais uma transmissão automática, nem mais depressa. A coisa mais triste é saber que isto pode ser evitado.

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Fato: As transmissões automáticas são projetadas para trabalhar a uma temperatura ideal de 95 graus Celsius ou menos. Para cada 10 graus Celsius que a temperatura da transmissão aumenta, a vida útil dela é cortada por um fator de dois. Ou seja, se ela trabalhar com uma temperatura média de 105 graus Celsius, se espera que sua transmissão dure somente a metade do tempo que ela foi projetada para durar.

A 115 graus Celsius, ela durará somente 1/4 do tempo originalmente projetado para sua vida útil. A 125 graus Celsius de temperatura de trabalho, ela durará somente 1/8 do tempo e a 140 graus Celsius ela somente terá duração de 1/16 avos do tempo original de sua vida útil.

Como podemos ver, não é necessário muita coisa para destruir uma transmissão automática. Muitas oficinas, em seu certificado de garantia, não cobrem superaquecimento, portanto tenha isto em mente da próxima vez que ignorar sinais de aquecimento do conjunto motor/transmissão, tais como fluido fervendo e vazando para fora da transmissão, ou cheiro de superaquecimento do fluido (cheiro de queimado).

Quando uma transmissão ou o motor superaquecem, devido ao fato de compartilharem o mesmo sistema de arrefecimento, isto faz com que o fluido orgânico da transmissão tenha quebra de moléculas. O fluido perde sua capacidade de lubrificar as partes móveis de maneira apropriada dentro da transmissão. Eventualmente, o fluido, devido ao aquecimento, se transforma vagarosamente em verniz, mas então o dano já está feito e a transmissão já sofreu os efeitos danosos disto, e uma reação em cadeia auto destrutiva já se iniciou, levando à destruição da transmissão em curto espaço de tempo.

Quais algumas causas do superaquecimento?

A maior causa de superaquecimento é de longe rebocar cargas maiores do que a capacidade da transmissão, especificada pela fábrica, bem como carregar o veículo acima de sua capacidade. Passando de certo ponto, as cintas e discos começam a patinar. Isto gera muito aquecimento! Adicione a isto, o fato de que alguns proprietários puxam cargas acima do limite, com o pedal do acelerador no fundo!

Quando ignoramos as especificações de fábrica, vamos ao menos pisar menos no acelerador. Ao subir ladeiras partindo da parada total, utilizemos a posição “1” ou “L” de nossa transmissão.

O sistema de arrefecimento do veículo, também, quando não recebe os cuidados necessários, pode se tornar uma fonte de superaquecimento, causando destruição total da transmissão.

Acessórios para prevenir o superaquecimento:

 

1)Radiadores: Uma boa maneira de compensar o calor excessivo é adquirir um radiador sobressalente de boa qualidade para a transmissão. O que precisamos saber é que nem todos os radiadores são os mesmos. Os radiadores mais eficientes e duráveis são os laminares., São mais duráveis devido à espessura de seus tubos, ou neste caso, das placas laminares. As placas possuem mais superfície exposta ao ar e os torna mais eficientes. Pode-se também adquirir radiadores com um ventilador embutido, para proteção adicional. Isto garante um fluxo maior de ar através do radiador.

 

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 2)Cárter Maior:

A aquisição de um cárter com maior capacidade para a transmissão pode trazer vários benefícios. Primeiro a quantidade extra de fluido no cárter maior ajuda a manter a temperatura da transmissão mais baixa. Em segundo lugar, se adquirirmos um cárter de alumínio, pode-se confiar nas propriedades do alumínio para dissipar melhor o calor do que o aço, o que também auxilia no arrefecimento. Em terceiro lugar, adquira um cárter que possua aletas externas. As aletas fornecem uma superfície adicional para troca de calor, o que faz o cárter funcionar como um radiador adicional.

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Lembre-se: A substituição regular do fluido da transmissão, a intervalos de no máximo 50.000 Km, e a utilização do veículo dentro dos limites especificados pelo fabricante, em muito ajudarão a prolongar a vida útil de sua transmissão, expulsando este inimigo número 1 dela: O CALOR!

Redação: APTTA Brasil

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